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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O Livro de Enoch

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     O Livro de Enoch é considerado uma obra especial para a compreensão dos mistérios da Criação Divina e sua ordenação. Em termos de Cabala hebraica, este trabalho é fundamental pela apresentação dos nomes dos Anjos Fiéis, Anjos Caídos e Demônios, e permitir assim uma leitura cifrada e altamente determinativa das origens dos homens.

     É um tratado indispensável para todo estudioso do oculto, ou do simples aficionado do maravilhoso e fantástico que quer compreender a estrutura de nosso universo, sob um ponto de vista espiritual. De acordo com a epístola de São Judas, Enoch, ou Enoque, é o sétimo patriarca depois de Adão.

     Esta obra foi retirada do corpus bíblico por ser apócrifo, e isto comporta duas acepções, tanto a de oculto, quanto a de ser suspeito e pouco confiável. Pela estrutura do texto, ambas devem ser aplicáveis.

     O Livro foi reencontrado no século XVIII pelo viajante inglês Bruce. No século XIX, foi feito por Lawrence uma edição.

     Os exegetas estão de acordo quanto à possibilidade da redação original do Livro ter ocorrido por volta do século III antes de Cristo, muito em conta das descobertas dos pergaminhos do Mar Morto no século XX. O Livro dos Esplendores cita o Livro de Enoch como um dos conservados através de gerações, como o Zohar.

     É provável ainda que, sob o nome de Enoch, abrigue-se o nome de um membro da seita dos essênios, o que ocorria com frequência em tais ordens monásticas. Nomes como Hermes Trimegistro, Zoroastro passaram a ser um título distintivo entre iniciados nos Mistérios.

     Ainda sobre Enoch, reza a lenda, que ele foi um homem que não passou pela experiência da morte, foi arrebatado vivo para o Céu.

Para quem tiver interesse de ler esse livro segue o link para download:

Clique Aqui para Download:

Tam: 0.5 mb

Fontes:

http://esotera.com.br/livros/gnose-classica/o-livro-de-enoch

http://gustavomutran.com/enoch-1.html

http://setimoportal.wordpress.com/2009/06/11/os-nephilins-e-o-livro-de-enoque/

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O Livro de Toth

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     No decorrer da história, alguns livros foram considerados malditos e “O Livro de Toth” foi considerado o ”pai” deles. Ele foi escrito por volta de 10000 a.C. com a autoria de Toth (uma personagem mitológico, mais deus do que homem que, pelos documentos encontrados, foi anterior ao Egito, onde no momento da sua fundação (Egito), os sacerdotes e faraós já possuíam o tal Livro.).

     Toth era considerado deus da sabedoria, da escrita, da aprendizagem, da magia e da medição do tempo, entre outros atributos. O seu livro revelava segredos dos mais variados mundos, e concedia poderes sobre a Terra, o oceano, os corpos celestes. Garantia ter o dom de interpretar as formas como os animais se comunicavam, além do poder de ressuscitar os mortos e de agir a distância.

     Existe a possibilidade desse livro ainda existir, mas se isso realmente for verdade ele está muito bem guardado, onde pouquíssimas pessoas têm acesso a ele. Muitos elaboram teorias conspiratórias para que os segredos desses livros como “O Livro de Toth”, continuem muito bem guardados a exemplo do descrito sobre “Os Homens de Preto” encontrados na obra de Jacques Bergier “Os Livros Malditos”.

     “... penso que esses homens vestidos de negro são tão antigos como a civilização. A meu ver, seu papel é impedir a difusão mais rápida do saber, difusão que conduziu à destruição de civilizações passadas...” (Jacques Bergier)

Escrito por: Eduardo Logan

Fontes:

http://historia.abril.com.br/cultura/livros-malditos-codigos-secretos-434683.shtml

http://www.oarquivo.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2505:o-livro-de-thoth&catid=86:historia&Itemid=64

segunda-feira, 14 de março de 2011

Livros Proibidos pela Igreja

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    Em 1962, o Papa João XXIII, no Concílio Vaticano Segundo, aboliu o “Librorum Prohibitorum ou Index Expurgatorius” (“algumas literaturas dizem que foi abolida pelo Papa Paulo VI”), que significa "Índice dos Livros Proibidos" ou "Lista dos Livros Proibidos". Sua criação ocorreu no V Concílio de Latrão em 1515, confirmada no Concílio de Trento em 1546, com a primeira edição no ano de 1557, seguidas de mais 41 edições.

     Essas listas consistiam em obras de cientistas, filósofos, enciclopedistas, romancistas ou poetas, que a Igreja declarava serem “obras perniciosas” que contradiziam a história e os dogmas da igreja, e que poderiam levar a corrupção de seus fiéis.

 

Algumas das obras contidas no Index:

 

Autor

Obra

Montesquieu

O Espírito das Leis

Montesquieu

Cartas Persas

Victor Hugo

Notre-Dame de Paris

Charles Darwin

A Origem das Espécies

La Fontaine

Contos e Novelas

Descartes

Meditações Metafísicas e outros 6 livros

Voltaire

Cartas filosóficas

Rousseau

Do Contrato Social

Sade

Justine

Sade

Juliette

Stendhal

O Vermelho e o Negro

Victor Hugo

Os Miseráveis

Alexandre Dumas (Pai e Filho)

Todas as Obras

Thomas Hobbes

Todas as Obras

David Hume

Todas as Obras

John Locke

Ensaio sobre o Entendimento Humano

Daniel Defoe

Todas as Obras

Spinoza

Todas as Obras Póstumas

Shakespeare

Hamlet

Shakespeare

Macbeth

Stephen King

Zona Morta

Mary Shelley

Frankenstein

 

Outros Autores Proibidos:

     Galileu Galilei, Nicolau Copérnico, Giordano Bruno, Nicolau Maquiavel, Erasmo de Roterdã, Baruch de Espinosa, Immanuel Kant, Emile Zola, Jean-Paul Sartre, Francis Bacon, Henri Bergson, etc..

Escrito por: Eduardo Logan

Fontes:

http://bibliotecamunicipalbombarral.blogspot.com/2005/12/livros-proibidos-i.html

http://tilesexperts.com/wordpress/a-santa-inquisicao/os-livros-proibidos/

http://www.fordham.edu/halsall/mod/indexlibrorum.html

http://www.misteriosantigos.com/librorum.htm

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Dostoievski

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    Fiódor Mikhailovich Dostoiévski, foi um dos gênios da literatura universal, nasceu em Moscou no dia 11 de novembro de 1821, e faleceu em 09 de fevereiro de 1881, em São Petersburgo.

     Influenciou, também é tido como criador, de pensamentos filosóficos como o existencialismo, e sua obra trabalha a essência humana bem nas suas profundezas explorando a autodestruição, a humilhação, o vício, a loucura, a inveja e etc..

      Sua vida foi de sofrimento, era epilético, sua mãe morreu quando ele ainda era jovem e seu pai foi assassinado. Em 1849 foi preso por participar de reuniões subversivas na casa de um revolucionário, e condenado à morte. No último momento, teve a pena comutada e passou nove anos na Sibéria. Descreveu a terrível experiência no livro "Recordações da Casa dos Mortos" e em "Memórias do Subsolo".

Suas obras mais Importantes foram:

· O Duplo

· Humilhados e Ofendidos

· Recordações da Casa dos Mortos ou Memórias da Casa Morta

· Memórias do Subsolo

· Crime e Castigo

· O Jogador

· O Idiota

· O Eterno Marido

· Os Demônios ou Os Possessos

· O Adolescente

· Os Irmãos Karamazov

 

Escrito por: Eduardo Logan

Fontes:

http://educacao.uol.com.br/

http://www.fedordostoievsky.com/

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O Livro dos Mortos

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     Muitas culturas acreditam em determinados tipos de paraísos que irão desfrutar após a morte; umas acreditam num céu cheio de belas mulheres, bebidas a vontade; outras culturas o paraíso seria um campo de caça. Em se tratando dos egípcios, esse paraíso seria um campo de Farta Alimentação.

     Essa ideia dos egípcios, vem do fato de terem sofrido muito com a fome e a pobreza, e um local onde tivesse alimento em abundância era um sonho comum naquela época (“não muito diferente de hoje em dia”).

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     Então, para alcançar esse tão almejado paraíso, o recém falecido, na entrada, deveria ser capaz de responder corretamente à Osíris, as perguntas e respostas encontradas no Livro da Morte. Esse Livro, feito em rolos de papiro, continha principalmente preceitos mágicos e ladainhas que versavam sobre o destino dos que morreram. Ele orientava as pessoas quanto aos caminhos a seguir para atingir o reino dos céus. Respondendo corretamente essas perguntas, sem hesitação ou evasivas, Osíris pegava uma balança, e em um dos pratos colocava as respostas dadas pelo falecido (às vezes a representação é feita por um coração), e no outro prato colocava uma pena, se as respostas fossem verdadeiras, pesariam menos que a pena, assim a alma seguiria para o paraíso eterno, mas se fossem falsas, elas pesariam mais e a alma voltaria ao seu túmulo, para ser entregue como banquete aos crocodilos.

 

Algumas perguntas e respostas contidas no Livro dos Mortos

 

Pergunta - Foste Justo?

Resposta - Nunca cometi injustiça contra os homens.

P - Foste bom para o pobre?

R - Nunca oprimi o pobre ou necessitado.

P - Cometestes quaisquer outros pecados?

R - Dos seguintes pecados, ò Senhor da Verdade e da Justiça, eu estou livre: não sobrecarreguei o lavrador além de sua força ... nunca afugentei de minha porta um faminto ... nunca fui causa de pranto alheio ... não matei ninguém ... não atraiçoei ninguém ... não roubei nem ouro, nem prata, nem pão dos templos dos deuses ... não cometi nenhum vergonhoso ato carnal dentro do templo ... nunca enganei meu vizinho ... nunca furtei leite da boca das criancinhas de peito ... nunca apanhei de rede os pássaros dos deuses ... sou puro, ó Grande Osíris. Sou puro. Sou Puro.

 

Escrito por: Eduardo Logan

Fontes:

Baseado no Livro:

THOMAS, Henry - As Maravilhas do Conhecimento Humano,

Porto Alegre, 3ª edição – Ed. Globo

http://www.infoescola.com

Fonte da imagem “Livro dos Mortos”: Mercado Livre

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

A Epopeia de Gilgamesh e o Dilúvio

     A epopeia de Gilgamesh é datada, segundo arqueólogos, de aproximadamente 2600 a.C., sendo desta forma, a obra, escrita, mais antiga do mundo, anterior, mesmo, a “Odisseia”e “Ilíada” de Homero.
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     Ela foi descoberta no século XIX, por um jovem inglês que fazia escavações em Nínive, na forma de doze placas de argila escritas em sumério acádico, contendo em torno de 300 versos cada uma. Sua tradução mais completa foi encontrada por volta do século VII a.C., pertencente a biblioteca de Assurbanipal - o último grande rei do Império Assírio - com cerca de 3000 a 3500 versos .  
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     Na obra são contadas as aventuras vividas por Gilgamesh (significa "o velho que rejuvenesce"), rei e fundador de Uruk na Babilônia, hoje Iraque. Reza a lenda, que ele possuía dois terços de origem divina, por ser filho da deusa Ninsun e do sacerdote Lugalbanda. Em suas aventuras ele tem a companhia de Enkidu, um homem selvagem criado pelos deuses para combater Gilgamesh, pois, como despótico, e com uma luxúria desenfreada, ele tomava qualquer mulher no qual desejasse, solteira ou casada, e isso, desagradava o povo que pediu a deusa para criar um ser capaz de derrotá-lo, assim,criou-se Enkidu, e que por ironia do destino acabou se tornando seu melhor amigo. Em suas missões, nas quais buscavam sabedoria e imortalidade, vão descontentando os deuses mesopotâmicos, começando suas aventuras pelas Montanhas de Cedro, onde têm um embate com Humababa, um monstruoso guardião, e depois matam o Touro dos Céus. A história transcorre com muitas aventuras até a parte final do épico que é centrada na reação de Gilgamesh pela morte de seu amigo, e desta forma, se sente mais compelido ainda, na busca da imortalidade.
image      Um ponto que desperta muito o interesse de pesquisadores, é o relato do dilúvio que possui uma certa similaridades ao descrito no Gênesis. É contado ni livro, que os deuses avisam Utnapishtim, que como Noé na Bíblia é poupado, sobre uma gigantesca onda que viria e com isso, deveria construir um barco, embarcar nele sua família, mulheres e crianças, alguns artesãos de todas as formas de arte, e levar, também, animais e sementes das mais variadas espécies.
    As chuvas na Bíblia foram quarenta dias e quarenta noites, já na epopeia é descrito que foram sete dias de chuva e mais sete dias até a chuva parar. Depois, a deriva num mar sem fim, numa montanha o barco acabou encalhando e sete dias mais Utnapishtim soltou uma pomba, onde, não encontrando lugar para pousar, retornou; depois, também sem sucesso, ele soltou uma andorinha; e, até que numa outra tentativa, um corvo encontra terra.
     Muitos estudiosos veem grande semelhança entre as duas histórias, mas não há um consenso de que uma derive de outra. Uns dizem que a história já existia na tradição oral de povos mais antigos, e que com o tempo esses povos foram esquecidos, mas alguns supõem que este evento citado na obra, pode ter tido origem no final da última era glacial, ou então, pelo tombamento do eixo da Terra, causado ou pela gravidade de um meteoro que passou perto durante a época, ou pela inversão do polo magnético do planeta que acontece de tempos em tempos.
 
Escrito por: Eduardo Logan
 
Fontes:
http://artedartes.blogspot.com
http://www.infopedia.pt/$a-epopeia-de-gilgamesh
http://blog.cybershark.net/
http://www.almirdefreitas.com.br/
 
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