Menu

Mostrando postagens com marcador Símbolos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Símbolos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Yin Yang

image

     De acordo com a filosofia chinesa, este símbolo é a representação do positivo e negativo, onde estabelece uma dualidade com significado de que o positivo não vive sem o negativo e vice e versa.

     Esta ideia de yin e yang surgiu pela primeira vez através da observação dos pacientes das forças da natureza. Os Taoístas que desenvolveram o sistema da Medicina Tradicional Chinesa viam o universo como um campo unificado, em constante movimento e mutação enquanto mantinha sua unidade. A teoria explica que a natureza se expressa em um ciclo interminável de opostos polares como o dia e a noite, umidade e seca, calor e frio e atividade e descanso.

     O Yin (Mandarin para lua) é o princípio passivo, feminino, mostra as qualidades da escuridão, descanso, úmido, frio e estrutura. Seu caractere chinês representa o lado com sombras de uma montanha.

     O Yang (Mandarin para sol) é o principio ativo, masculino, mostra as qualidades da energia como luz, atividade, seca, calor e função. Seu caractere chinês representa o lado ensolarado de uma montanha.

     O Yin e o Yang também podem ser representados pelo Tigre e o Dragão, representando lados opostos. Quanto mais Yin você possuir, menos Yang terá e, quanto mais Yang possuir menos Yin você terá. Essa filosofia diz que para termos corpo e mente saudável é preciso estar em equilíbrio entre o Yin e o Yang.

    No símbolo o lado negro é o Yin e o branco o Yang; o pequeno círculo branco no lado negro significa que o Yin possui o Yang e, o círculo que o lado branco possui significa que Yang possui Yin.

Eduardo Logan

Fontes:

http://www.misteriosantigos.com/yinyang.htm

http://www.brasilescola.com/filosofia/yin-yang.htm

Bill Schoenbart, Ellen Shefi.  "HowStuffWorks - Como funcionam o Yin e o Yang".  Publicado em 11 de agosto de 2007  (atualizado em 14 de abril de 2008) http://saude.hsw.uol.com.br/yin-e-yang.htm  (25 de julho de 2011)

terça-feira, 5 de abril de 2011

666

image

     Eis um dos símbolos mais intrigantes da história do homem, que através dos tempos foi alvo de diversas especulações e interpretações em torno de seu sentido. Na tradição cristã esse número é conhecido como o sinal da besta.

“Ninguém pode comprar ou vender, exceto aquele que tiver a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui é que está a sabedoria: Quem tiver inteligência calcule o número da besta, pois é número de homem; e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.”

Revelação (Apocalipse) 13:17, 18

     A sua origem está descrita no Apocalipse (Revelações). Essa idéia da “marca” ou de “marcar um ser” vem do fato de se marcar animais, ou até mesmo pessoas enquanto escravas, para determinar direito de propriedade. Assim sendo, a besta colocaria sua marca no homem mostrando que este era seu escravo e ele estaria sobre o seu domínio.

     Muitos especularam e afirmaram que este símbolo significa apenas ser a marca do anticristo. Outros dizem que significa alguma forma de identificação, uma espécie de “crachá” a serviço da besta. Afirma-se também que se pode chegar ao mesmo número à base do nome latino do Imperador Romano Diocleciano e do César Nero.

     Em se tratando de religiões e de seitas, muitos usam pontos obscuros encontrados na Bíblia, para dar interpretações como: “Os Adventistas do Sétimo Dia” que afirmam que o Papa é o anticristo, onde alguns pioneiros adventistas como Uriah Smith, em seu livro “As profecias do Apocalipse”, traz o cálculo do número 666 aplicando-o ao papa. Mas, eles não conseguiram fazer essa associação com nenhum nome de Papa, então “inventaram” um título latino que supostamente o Papa usaria em sua Tiara, o “VICARIUS FILII DEI” (Vigário do Filho de Deus), e fizeram a tal soma até chegar ao famigerado número.

     Uma conclusão que se pode tirar de todas essas interpretações dos cálculos feitos, é que eles apresentam falhas, chegando ao ponto onde alguns até usam o nome de Jesus como a besta. Ou seja, se forçarmos um pouco e usarmos de vários artifícios matemáticos, o nome de qualquer um pode chegar a tal soma diabólica.

Eduardo Logan

Fontes:

http://www.cacp.org.br/estudos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=919&menu=7&submenu=4

http://www.watchtower.org/t/20040401/article_01.htm

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Suástica

image
     A palavra suástica ou cruz gamada, vem do sânscrito svastika, que significa "condutora do bem-estar". Sua origem remonta de cerca de 3000 anos a.C., com aparição em certas moedas utilizadas na antiga Mesopotâmia. Outras civilizações como, índios navajos, astecas, hindus, celtas, maias, entre outras, em épocas diferentes, também a adotaram como símbolo. Sendo que um fato curioso é que essas culturas não possuíam contato entre si, e isso nos faz pensar “num algo mais”, mas pode ser apenas obra do acaso, pois desenhar duas linhas retas perpendiculares sobrepostas no seu centro, com um braço em cada extremo, é básico como desenhar um triângulo, e desta forma, com grandes possibilidades de se encontrar em diversas culturas distintas, e em eras diferentes.
     Sua simbologia pode ter o sentido místico, e seu grafismo, indica manifestamente um movimento de rotação em torno do centro imóvel, que pode ser o ego ou o polo. É, portanto, símbolo de ação, de manifestação, de ciclo e de perpétua regeneração.
image image
    Existem dois tipos básicos de suásticas, uma com os braços virados em sentido horário (Suástica Solar), outra voltada para o sentido oposto (Suástica Noturna), essa, reza a lenda, é utilizada em rituais de magia negra, e a primeira poderia atrair boas energias.
     Na China, onde a suástica é o sinal do número dez mil, representa a orientação quádrupla que segue os pontos cardeais, o infinito, a saúde, a felicidade e a perfeição cósmica. Na Índia, é um dos símbolos místicos mais sagrados e tem exatamente o mesmo valor que o “sinal da salvação” tem para os cristãos. Para os hindus, é símbolo do poder fertilizante da natureza, da sua regeneração característica, e os seus quatro braços representam os diversos planos de existência (o mundo dos Deuses, o dos Homens, o dos animais e o Mundo Inferior). A maçonaria obedece estritamente o simbolismo cosmográfico, considerando o centro da suástica como a estrela polar e as quatro gamas que a constituem como as quatro posições cardeais da Ursa Maior. Os bascos representam por meio da suástica a imagem de uma dupla espiral. No Budismo, ela é o selo sobre o coração de Buda, e é um símbolo tão importante que ainda hoje é usado com frequência. Para os escandinavos, é chamada de “o martelo de Thor” e era usada como proteção contra as forças maléficas por guerreiros ou heróis que lutavam até à morte por justiça, pelo seu próprio povo.
     Hoje em dia, a suástica se tornou famosa por ter sido usada como símbolo pelo partido de Hitler. Foi uma sugestão do poeta Guido List, com a intenção de que ela simbolizaria a síntese do orgulho nacionalista alemão e o repúdio ao povo judeu. Estudos recentes indicam que o encontro entre o nacionalismo alemão e a suástica, foi possível, graças às precipitadas interpretações do arqueólogo alemão Heinrich Schliemann.
     Mas, ao contrário do que se imagina, a suástica surgiu no mundo Ocidental antes do movimento nazista ganhar força na Europa. Os membros da Sociedade Teosófica, fundada por Madame Blavatsky, incorporou a suástica entre seus símbolos. No início do século XX, a Coca-cola distribuiu vários pingentes promocionais com a suástica. Ironicamente, os combatentes da 45ª Divisão de Infantaria Americana utilizaram uma suástica laranja durante a Primeira Guerra Mundial.
     Nos dias de hoje, grupos religiosos tentam desvincular a imagem da suástica, da associação direta que se faz com o nazismo, apresentando os significados originais do símbolo.
 
Eduardo Logan
Fontes:
http://pt.shvoong.com/
http://www.brasilescola.com/
http://www.tutomania.com.br/
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...