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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Grandes Hits do Rock Nacional – Parte 1

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     A idéia deste post foi de fazer uma compilação dos grandes sucessos do Rock Nacional, é claro que não vão caber todas as músicas num post só, então dividi por 10 músicas por postagem. As músicas estão dispostas em ordem aleatória, não levando em consideração qual é a melhor ou pior, pois a música que pode ser excelente para um, não será a mesma coisa para a outra pessoa.

 

1 – O Astronauta de Mármore –

Artista: Nenhum de Nós

Álbum: Cardume

Ano: 1989

 

 

2 - Era um Garoto que Como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones –

Artista: Engenheiros do Hawaii

Álbum: O Papa é Pop

Ano: 1990

 

3 – Dias de Luta –

Artista: Ira!

Álbum: Vivendo e Não Aprendendo

Ano: 1986

 

4 – Até Quando Esperar –

Artista: Plebe rude

Álbum: o Concreto já Rachou

Ano: 1985

 

5 – Eva –

Arista: Rádio Táxi

Álbum: Rádio Táxi - 1983

Ano: 1983

 

6 - Carta Aos Missionários –

Artista: Uns e outros

Álbum: uns e Outros

Ano: 1989

 

7 – Tempo Perdido –

Artista: Legião Urbana

Álbum: Dois

Ano: 1986

 

 

8 – Alagados –

Artista: Paralamas do Sucesso

Álbum: Selvagem?

Ano: 1986

 

9 – Polícia –

Artista: Titãs

Álbum: Cabeça Dinossauro

Ano: 1986

 

10 – Impossível –

Artista: Biquini Cavadão

Álbum: Descivilzação

Ano: 1991

 

 

Em breve outro post com mais 10 músicas inesquecíveis

 

Eduardo Logan

Fonte dos Vídeos: www.youtube.com

terça-feira, 19 de julho de 2011

Engenheiros do Hawaii

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     Uma das maiores e melhores bandas de rock do Brasil; teve seu início em Porto Alegre no ano de 1984. Tem como líder, e único remanescente da formação original, Humberto Gessinger, instrumentista e compositor, e também escritor. A banda emplacou vários hits aclamados pelo públicoaté os dias de hoje como: Infinita Highway, Piano Bar, Muros e Grades, O Papa é Pop, e muito mais.

Como se formou o grupo

     Humberto Gessinger, Carlos Stein (integrante de outra grande banda do nosso rock “Nenhum de Nós”), Marcelo Pitz, Carlos Maltz, todos estudantes da Faculdade de Arquitetura da UFRGS, se uniram para uma única apresentação num festival que servia como protesto pela paralisação das aulas da faculdade. Daí, começaram a surgir propostas para shows em palcos alternativos pela grande Porto Alegre e no interior do estado, até culminar na gravação do primeiro disco “Longe demais das Capitais”, com os hits “Toda forma de poder” e “Segurança”, além, é claro da música que dá título ao disco.

     O nome da banda foi escolhido para satirizar os estudantes engenharia (eterna rixa) que andavam com bermudas de surfista.

As formações

     Inicialmente a banda começou com Humberto Gessinger (vocal e guitarra), Carlos Stein (guitarra) que devido a uma viagem se tornou inviável a sua permanência na banda e acabou saindo e formando o grupo “Nenhum de Nós”, Carlos Maltz (Bateria) e Marcelo Pitz (baixo), que deixa a banda antes da gravação do segundo disco por não conseguir conciliar a vida de recém casado com a de músico.

Formação do Primeiro Disco, Longe Demais das Capitais:

  • Humberto Gessinger (Vocal e Guitarra);
  • Carlos Maltz (Bateria),
  • Marcelo Pitz (Guitarra);

     No segundo disco, no lugar de Pitz entra Augusto Licks, e Gessinger assume o baixo, e essa formação segue de 1987 à 1994 nos álbuns:

  • A Revolta dos Dândis;
  • Ouça O Que Eu Digo: Não Ouça Ninguém;
  • Alívio Imediato;
  • O Papa é Pop;
  • Várias Variáveis;
  • Gessinger, Licks e Maltz;
  • Filmes de Guerra, Canções de Amor;

     No final de 1993, discussões e rixas internas acabaram por resultar na saída do guitarrista Augusto Licks. Inicia-se uma longa disputa jurídica pela marca "Engenheiros do Hawaii", tendo Gessinger e Maltz vencido à batalha, e assim, podendo continuar a fazer uso do nome da banda.

     Seguindo a vida, a banda teve que buscar novos integrantes como, Ricardo Horn e Fernando Deluqui (ex-RPM) para as guitarras, e Paolo Casarin para acordeão e tecados. Lançam, então, o álbum “Simples de Coração”, com a seguinte formação:

  • Humberto Gessinger (Baixo e Voz);
  • Carlos Maltz (Bateria);
  • Fernando Deluqui (Guitarra);
  • Ricardo Horn (Guitarra);
  • Paolo Casarin (Acordeão e Tecados);

     Com o fim da turnê do “Simples de Coração”, outra crise bate a porta da banda, Maltz resolve sair, e como a formação era temporária, Gessinger resgata um projeto paralelo seu chamado "33 de Espadas" que tocava músicas instrumentais, paralelamente a gravação do “Simples de Coração”, e rebatiza-o com o nome de Gessinger trio, tendo Luciano Granja na guitarra e Adal Fonseca na bateria. Eles lançam o disco com o mesmo nome da banda com os sucessos, “O Preço” e "Vida Real".

     O nome Humberto Gessinger Trio (HG3) não emplacou, pois os shows eram sempre anunciados com o antigo nome da banda de Gessinger, fato facilmente explicável, pois, o nome “Engenheiros do Hawaii” tem mais apelo de mídia, e rentabilidade maior, do que o então desconhecido HG3. O que podemos dizer disso, é que “Gessinger Trio” é um disco dos “engenheiros”, mas sem o nome “Engenheiros do Hawaii”.

     Voltando a assumir o nome que os faziam reconhecidos nacionalmente, Gessinger convida Lúcio Dorfmann a assumir os teclados, e com essa formação:

  • Humberto Gessinger (Baixo e Voz);
  • Adal Fonseca (Bateria);
  • Luciano Granja (Guitarra);
  • Lúcio Dorfmann (Teclados);

Lançam os discos:

  • Minuano;
  • !Tchau Radar!;
  • 10000 Destinos;

     Alguns meses após a apresentação no Rock in Rio III (2001), Lúcio, Adal e Luciano saem da banda e montam outro grupo, “Massa Crítica”, em suas substituições entram na banda Paulinho Galvão (guitarra), Bernardo Fonseca (baixo) e Gláucio Ayala (bateria). Assim, Gessinger volta a tocar guitarra após 14 anos, e lançam os discos:

  • 10.001 Destinos;
  • Surfando Karmas e DNA;
  • Dançando no Campo Minado;
  • Acústico MTV;

     O novo disco, “Acústico II: Novos Horizontes” foi gravado em 2007. Durante a turnê do Acústico, Paulinho Galvão deixa a banda e seu posto é assumido por Fernando Aranha. Nos teclados, por sua vez, o jovem Pedro Augusto assume o lugar de Humberto Barros; o baixista Bernardo Fonseca sai da banda e Humberto Gessinger reassume o baixo.

Formação Atual:

  • Humberto Gessinger – Baixo e Voz;
  • Fernando Aranha - Guitarra e Violões;
  • Glaucio Ayala - Bateria e Vocais;
  • Pedro Augusto - teclado;

     Em 2008, com o fim da turnê as atividades dos “Engenheiros do Hawaii” para temporariamente com previsão de retorno para 2012.

Discografia e Alguns dos Principais Hits:

Discografia

Ano

Hits

 

Longe demais das Capitais

 

1986

“Toda forma de Poder”

“Segurança”

“Longe Demais das capitais”

 

A Revolta dos Dândis

 

1987

"A Revolta dos Dândis I e II"

“Refrão de Bolero”

“Infinita Highway”

 

Ouça O Que Eu Digo: Não Ouça Ninguém

 

1988

 

“Ouça O Que Eu Digo: Não Ouça Ninguém”

"Somos Quem Podemos Ser"

“Tribos e Tribunais”

Alívio Imediato (Ao Vivo)

1989

“Alívio Imediato”

"Nau À Deriva"

 

 

O Papa é Pop

 

 

 

1990

“O Papa é Pop”

"Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones"

"O Exército de Um Homem Só I"

"Pra Ser Sincero"

 

Várias Variáveis

 

1991

"Piano Bar"

"Muros e Grades"

"Ando Só"

 

Gessinger, Licks & Maltz

 

1992

"Ninguém = Ninguém”

"Parabólica"

“Túnel do Tempo”

 

Filmes de Guerra, Canções de Amor (Ao Vivo)

 

1993

"O Exército de Um Homem Só (Orquestrado)"

"Mapas do Acaso"

 

Simples de Coração

 

1995

"A Promessa"

"Simples de Coração"

"A Perigo"

 

Humberto Gessinger Trio (HG3)

 

1996

"O Preço"

"Freud Flinstone"

"Vida Real"

Minuano

1997

"A Montanha"

!Tchau Radar!

1999

"Eu Que Não Amo Você"

"Negro Amor"

10.000 Destinos (Ao Vivo)

2000

"Números"

10.001 Destinos (Ao Vivo)

2001

"Novos Horizontes"

Surfando Karmas & DNA

2002

"Surfando Karmas & DNA"

"3ª do Plural"

Dançando no Campo Minado

2003

"Dom Quixote"

"Até O Fim"

Acústico MTV

2004

"Armas Químicas e Poemas (Inédita e Acústica)"

 

Novos Horizontes

 

2007

"Guantánamo"

"Vertical”

"Luz"

Escrito por: Eduardo Logan

Fontes:

http://www2.uol.com.br/engenheirosdohawaii/index2.html

http://engenheiros.do.hawaii.zip.net/

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Instrumentos que Compõem uma Orquestra

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     Os tipos de Orquestras mais conhecidas são Orquestra de Câmara, Orquestra Sinfônica e Orquestra Filarmônica. O que difere a Orquestra Sinfônica da Filarmônica é que a primeira é mantida pelo Estado e a outra é mantida por entidades particulares. Já a de Câmara é composta por poucos músicos, e como o próprio nome diz, é destinada a apresentações em ambientes reduzidos em “câmaras”.

Os instrumentos mais utilizados em orquestras são:

· Cordas:

  • Violino;
  • Viola;
  • Violoncelo;
  • Contrabaixo;
  • Harpa
  • Piano

· Sopros:

Metais:

    • Trompete;
    • Trombone;
    • Trompa;
    • Tuba;
    • Saxhorne;
    • Saxofone;

Madeira:

    • Oboé;
    • Fagote;
    • Contra fagote;
    • Clarinete;
    • Clarone;
    • Flautas;

· Percussão:

  • Caixa;
  • Prato;
  • Bombo;
  • Pandeiro;
  • Triângulo;

Algumas Observações:

     O piano não é um integrante "efetivo" de uma orquestra, sendo usado, até o século XIX, principalmente em solos.

     Geralmente, uma orquestra sinfônica é composta por mais de 100 integrantes, sendo que o violino é peça fundamental, sendo o naipe mais numeroso dos instrumentos da orquestra moderna.

Eduardo Logan

Fontes:

http://www.teoriamusicalonline.com.br/instrumentos_de_sopro_arquivos/Instrumentos%20compoem%20Orquestra1.htm

http://www.coraldelchiaro.com.br/

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Iron Maiden Feminino

image      Passeando por um post que tratava de bandas de rock composta por mulheres, me deparei com essa curiosidade, eu que sou fãzasso do Iron Maiden, não sabia que tinha essa versão feminina da banda, conhecida por “The Iron Maidens”. Não é brincadeira, nem um tipo de sátira sobre a banda, esse grupo feminino existe desde 2001, fundado em Los Angeles, e tem até site oficial: http://www.theironmaidens.com/ . Em seus álbuns, tanto em CD com em DVD, elas cantam clássicos como, "Fear of the Dark", "The Number of the Beast" "Revelations", "The Trooper", "Phantom of the Opera", entre outros grandes sucessos.

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A sua formação atual conta com:

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Kirsten Rosenberg – vocal (2009 – presente)

 

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Sara Marsh – guitarra e vocal de apoio (2001 – presente)

 

 

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Courtney Cox – guitarra (2008 – presente)

 

 

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Wanda Ortiz – baixo e vocal de apoio (2002 – presente)

 

 

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Linda McDonald – bateria e vocal de apoio (2001 – presente)

 

 

 

E como a donzela oficial também tem suas ex-integrantes:

  • Melanie Sisneros – baixo (2001 – 2002)
  • Jenny Warren – vocal (2001 – 2003)
  • Jojo Draven – guitarra (2001 – 2005)
  • Aja Kim – vocal (2004 – 2008)
  • Elizabeth Schall – guitarra e vocal de apoio (2005 – 2006)
  • Heather Baker – guitarra e vocal de apoio (2007 – 2008)

 

Discografia:

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Álbuns de estúdio:

  • 2005: World's Only Female Tribute to Iron Maiden
  • 2007: Route 666
  • 2008: The Root of All Evil

 

Escrito por: Eduardo Logan

Fonte:

http://www.theironmaidens.com/

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

27 A Idade com mais mortes no Rock and Roll!

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    No rock internacional, a morte tem número: 27 anos. Mais de 40 roqueiros famosos foram dessa para a melhor com essa idade. Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison (dos Doors) e Kurt Cobain são apenas alguns deles. Peixes graúdos do velho e bom rock and roll.
     Esse mito é tão marcante e existe no meio do rock há tanto tempo que até escreveram um livro sobre isso nos Estados Unidos. É The 27’s - The Greatest Myth Of Rock & Roll, de Eric Segalstad e Josh Hunter. Ainda não existe versão em português.
     Os caras vão fundo no assunto e falam sobre os artistas, suas carreiras e também sobre por que morreram tão cedo. O visual do livro é lindo e lembra o das histórias em quadrinhos modernas, com diagramação ousada e bem colorida
     Tudo teria começado em 1938 com a morte do blueseiro Robert Johnson, que muitos consideram o avô do rock. Sua música voltou a ser ouvida nos anos 60 e influenciou roqueiros que também morreram aos 27, como Janis Joplin, Jimi Hendrix e Jim Morrison
.
 
Fonte: http://faixa-livre.blogspot.com/
 
 
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